Pé no Mapa – Passos de Copacabana a Cusco

40º dia

Saímos às 18h de Copacabana e em 30 minutos mais ou menos tivemos que descer para dar saída da Bolívia.

Depois tivemos que caminhar poucos metros para dar entrada no Peru. Eu tinha deixado a câmera no ônibus e perdi a chance de clicar o logotipo do país que tem na entrada da cidade.

O pessoal da aduana peruana foi bem simpático, mas o cara que me atendeu me deu só 30 dias e o que atendeu o Rodrigo lhe deu 90 dias. #xatiada

Voltamos para o ônibus e seguimos viagem, que foi horrível. O banco era de couro e escorregava muito. Acordei a noite toda tentando encontrar um jeito de dormir, mas não consegui.

41º dia

Chegamos no terminal de Cusco às 5h. Era uma gritaria danada e eu com aquele mau humor de quem não dormiu. Todo mundo me abordando: táxi? Lima? Puno? Arequipa? Hotel?

E eu só queria ter uma cama. Falei para o Rodrigo deixar as coisas comigo e procurar algum mochileiro para dividir o táxi até o centro, aí ele voltou com 3 pessoas e uma hospedagem na mão.

Eram dois argentinos e uma turca, com quem viajaríamos depois. E como éramos cinco a hospedagem ficou em 15 soles por pessoa (sem café) e ainda ganhamos o táxi até lá!

Era um hostel familiar, com crianças, cachorro e bebês. Chama-se Estrella e está a uns 10 minutos caminhando até a Praça de Armas, 7 minutos do supermercado e a 5 de uma padaria. Perfeito! A casa era bem simples, mas poderíamos ver como os locais viviam com mais proximidade.

O quarto era privado com banheiro compartilhado. Chegamos e a primeira coisa que fiz foi dormir. Fui até umas 10h direto e pesado.

Mais tarde andamos pelo centro e começamos a pesquisar as alternativas para Machu Picchu.

A noite aproveitei para colocar as coisas em dia, já que a internet era muito boa.

42º dia

Andamos por outros lados de Cusco e fechamos nossa van para Machu Picchu, no dia seguinte.

Compramos para domingo para visitar Machu Picchu na segunda, que é menos cheio. De sábado e domingo os peruanos costumam ir até a cidade sagrada e acaba ficando mais cheio que já é com os turistas de fora.

Ficamos amigos das crianças do hostel. A Nicole e o Miguel são doidinhos e ficavam me perguntando como se escreviam coisas em espanhol, mas nem tudo eu sabia.

A graça foi a garotinha escrever um bilhete para mim: “Aline és linda”. Que fofa, gente!

Fomos ao mercado e compramos água e comida para o dia seguinte. Arrumamos as mochilas e dormimos cedo, porque o dia seguinte seria bem puxado.

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