Pé no Mapa – Passos de Oruro a La Paz

34º dia

Acordamos na manhã seguinte cansados e com fome, mas o alojamento não incluía café. Fomos a uma vendinha e compramos suco e bolachas. Quando fomos ver o suco tava vencido.

Mais tarde pegamos nossas roupas e partimos para a rodoviária. Enfim, não estaríamos mais em Oruro.

Compramos as passagens por BS15 por pessoa. Havia por Bs10, mas ia demorar mais para sair e eu precisava ir embora daquela confusão.

Quando chegamos em La Paz, cerca de 4h30 depois, percebi que iria amar a Bolívia, mais do que já havia me apaixonado em Uyuni.

Era tudo bem diferente do que estávamos acostumados no Brasil, ou viajando pela Argentina, Uruguai ou Chile. A Bolívia é um mundo à parte na América do Sul. Mas em La Paz a diferença era gostosa e curiosa.

Fomos para o Pirwa e nos hospedamos. O hostel é bem legal e bem localizado, entre o terminal e o centro.

Depois de um bom banho, já que não tomamos banho em Oruro por opção (o banheiro era bem nojento), saímos para conhecer a cidade.

Muita comida de rua, mas muitos lugares mais limpos e confiáveis também. Depois de jantar, andar bastante, assistir a um desfile de festa religiosa e passar mal pela altitude, fomos para o hostel descansar.

35º dia

Nesse dia fomos atrás de informações turísticas. Queríamos fazer ou Chacaltaya ou Tiwanaku. Na internet as pessoas nos recomendaram o primeiro, que estava integrado ao Valle de la Luna. Compramos por R$125 para nós dois para o dia seguinte.

Andamos atrás de hostels que permitissem cozinhar, mas não encontramos nada. Nenhum liberava a cozinha, então ficamos no Pirwa mesmo.

Passamos o dia para conhecer mais da cidade e descansar um pouco.

36º dia

Logo cedo a van passou no hostel e seguimos para o alto. Haja folha de coca e haja água.

Horas depois estávamos subindo o Chacaltaya, uma montanha da Cordilheira dos Andes que chega a mais de 5 mil de altitude.

A van deixou a gente e subimos cerca de 200 metros a pé. É pouco, mas parece um absurdo. É muito cansativo com essa altitude toda. Poucos passos e parece que vamos enfartar. A taquicardia era forte e alcançar o cume era um desafio.

A cada 2 minutos de subida, descansávamos por 10. Falei para o Rodrigo que ele poderia seguir, porque eu não iria até o fim. Ele seguiu e eu fiquei sentada, olhando para baixo. De vez em quando virava para ver onde ele estava e, a cada 5 minutos, ele se afastava mais.

Acontece que não parecia muito e decidi que eu iria sim alcançar o alto com ele. Continuei em passo calmos e curtos. Cheguei! Venci!

Assim que alcancei o guia disse: “vamos começar a descer”. Legal que acabei de chegar. Mas tá bom rs.

Na descida conhecemos um casal candango (é estranho, mas é como se chama os brasilienses). Débora e Diego são super legais e ficamos amigos.

O passeio pelo Valle de la Luna é mais sem graça. Cansativo também. Valeu para conversarmos mais com os novos amigos, que passaram uma informação valiosa. Eles viram um anúncio de Burguer King e Subway, mas não lembravam onde.

Quando a van nos deixou no centro perguntei na rua onde tinha um Burguer King e fomos seguindo as indicações. Achamos!

Meu deus, que emoção. Não via a hora de comer uma comida mais próxima do que estava acostumada. E tava deliciosa! Ficamos os quatro sentados das 16h às 20h.

37º dia

Decidimos passar mais um dia em La Paz para descansar e colocar umas coisas em ordem, como as fotos.

A tarde fomos à rodoviária para comprar as passagens para Copacabana.

De La Paz a Copacabana

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