Em Bariloche

Um dos destinos mais lindos da América do Sul e a que despertou em mim o amor por esse continente incrível. Veja o que aprendi com a viagem.

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Saímos de BsAs (leia aqui) e 2 horas e meia depois estávamos no destino verdadeiro dessa viagem.

Foram 4 dias na cidade e nosso roteiro era o seguinte:

  • 15/05 – BsAs – Bariloche (conhecer a cidade)
  • 16/05 – Isla Victória e Bosque Arrayanes
  • 17/05 – Cerro Campanário e Cerro Otto
  • 18/05 – Cerro Catedral
  • 19/05 – Bariloche – SP

Do aeroporto pegamos um táxi e fomos pro hostel. Me apaixonei de cara. A cidade é linda. As casinhas, o lago, a Cordilheira dos Andes. Parecia um sonho.

Hospedagem: Hostel Tango Inn Downtown – 4 noites: R$350. Na Calle Salta, 514, a 5 min do Centro Cívico e da Calle Mitre. A mesma Aline (do post de Buenos Aires) me disse o que era um hostel e onde eu poderia encontrar (Hostel World). O site pode ser lido em português e os preços em reais.  Fizemos reserva por telefone e não pagamos nada antes. Ah, nosso quarto tinha vista pro lago Nahuel Huapi.

Vista do quarto

Não compramos nenhum passeio, porque a maioria eram cerros, então era só chegar na entrada do teleférico, mas nossa viagem foi andar pela cidade o tempo todo. Só lá descobrimos que maio é um péssimo mês pra conhecer Bariloche. Como a temporada alta seria de junho à setembro, com enfase em julho e agosto, muita coisa estava fechada pra férias ou reparo, que foi o caso de quase todos os cerros, menos o Campanário.

Na manhã do dia 16 fomos até o centro para pegar um táxi. Pedimos pra ir ao Hotel Llao Llao, que era próximo de onde saiam os barcos pro passeio. Ele fez uma cara estranha, mas nos levou. O caminho era bem longo e quando chegou o táxi tinha dado AR$120. Ok. Fomos ver como fazia o passeio e descobrimos que não tínhamos grana suficiente ali com a gente. Não sabíamos o valor e não achamos que iria ser tão caro.

Comecei a chorar. Não passava um táxi. Como eu ia sair dali? Foi quando surgiu um ônibus, que nos levou ao centro. No caminho vi a entrada do Cerro Campanário. Foi nessa hora que eu descobri que transporte público também é pra turista. Pagamos uns AR$7 pros dois!

No dia seguinte fomos ao Cerro Campanário de ônibus. Pagamos cerca de ARS25 cada para subir e descer de teleférico.

A vista de lá é muito incrível. A gente se sente como se tivesse conquistado o topo do mundo. Ficamos lá em cima por um tempão, depois entramos na lanchonete para um chocolate quente.

Descemos de teleférico, pegamos um ônibus e fomos perguntar como fazíamos pra chegar ao Cerro Otto. Foi aí que soubemos que estava tudo fechado.

Daí até o final da viagem ficamos andando pelas ruas e comendo chocolates. Na quarta os são bernardos começaram a surgir e tiramos fotos com eles.

Foi isso e foi incrível, porque foi nossa primeira viagem e tudo valia a pena. Ela foi suficiente pra eu querer muito mais.

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3 comentários sobre “Em Bariloche

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